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Carteira do Instituto de Investimentos

Carteira do Instituto de Investimentos

Author Postado por Marcelo Maia Comentrios Comments Off

A Carteira do Instituto de Investimentos, tem como principal objetivo a troca de opiniões, idéias e conceitos, possibilitando à todos aqueles que participam um valioso aprendizado, focado em uma boa alocação de ativos, diversificação de setores e foco no dividend yield de empresas e fundos imobiliários; além é claro da fundamental renda fixa.

 

 

Além disso, a ideia é comparar o resultado da carteira com alguns fundos, dado o risco x retorno de cada um deles.

 

Dessa forma, ao longo do ano de 2014, foram definidos os percentuais de renda fixa, renda variável e fundos imobiliários.

 

RENDA FIXA -) 45% (link para renda fixa)

 

RENDA VARIÁVEL -) 40% (link para renda variável)

 

FUNDOS IMOBILIÁRIOS -) 15% (link para fiis)

 

 

 

 

Nesse momento você deve estar pensando que essa é uma carteira de perfil agressivo, dado o percentual de 40% em RV, no entanto, as ações que fazem parte da carteira são, em grande parte, de setores defensivos, e que pagam ótimos dividendos; tornam essa carteira menos arriscada.

 

 

2 ETF´s : BOVA11 e SMAL11

 

2 Empresas de commodities: Petrobrás (PETR4) e Vale do Rio Doce (VALE5)

 

3 Empresas do setor financeiro: Banrisul (BRSR6); Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3)

 

3 Empresas focadas no consumo interno: Ambev (AMBV4); Souza Cruz (CRUZ3) e Vivo (VIVT4)

 

1 Empresa focada em água e saneamento: Copasa (CSMG3)

 

6 Empresas do setor elétrico: Cemig (CMIG4); Coelce (COCE5); Copel (CPLE6); Eletropaulo (ELPL4); Ligth (LIGT3) e Trans. Paulista (TRPL4)

 

O Div. Yld médio da carteira é de 7,1%.

 

 

 

 

Lembrando que essa variação representa 40% do peso da carteira como um todo (40% RV).

 

A renda fixa representou 45% da carteira no ano de 2014; entre as dezenas de opções do mercado de renda fixa, optamos apenas pela utilização de títulos públicos, pois neles contamos com o risco soberano, ou seja, o governo garante o pagamento dos mesmos.

 

Dentro dos títulos públicos buscamos diversificar dentre as opções de indexadores, tais quais: SELIC, IGPM, IPCA, pré e pós-fixado.

 

Lembrando:

 

LFT -) É um título pós-fixado, no caso com vencimento em 07/03/17.

 

LTN -) É um título pré-fixado, ou seja, já se sabe no momento da aplicação qual será o retorno, no entanto, no período haverá oscilação no valor do título.

 

NTN-C -) É um título indexado ao IGPM, ou seja, o seu valor é a soma de uma taxa anual (correlacionada à SELIC) com o valor do IGPM.

 

NTN-BP 15 -) É um título indexado ao IPCA, ou seja, é a soma de uma taxa anual correlacionada à SELIC) com o valor do IPCA.

 

Obs: é importante lembrar que o resultado do CDI e da própria carteira, são brutos, ou seja, não foi descontado IR, que depende do prazo de aplicação (tabela regressiva). No entanto, em qualquer cenário de IR a carteia do Inst. de Invest. estaria obtendo um melhor retorno frente ao CDI e poupança.

 

 

Os fundos imobiliários não devem ser considerados renda fixa e muito menos renda variável; eles são fundos fechados, negociados em bolsa de valores, e apresentam uma volatilidade bem menor do que a das ações, além disso pagam mensalmente um yld que é isento de IR, tornando-se assim uma alternativa bastante interessante em relação a diversificação da carteira geral, no caso de 2014, iniciamos o ano com 15% aplicados em 10 Fundos Imobiliários distintos.

 

 

 

 

Utilizamos essa carteira como modelo em diversos eventos, explicando como é importante entender o poder da diversificação, e como ela nos traz tranqüilidade sobre os mais distintos cenários.

 

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