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Carteira do Instituto de Investimentos

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A Carteira do Instituto de Investimentos, tem como principal objetivo a troca de opiniões, idéias e conceitos, possibilitando à todos aqueles que participam um valioso aprendizado, focado em uma boa alocação de ativos, diversificação de setores e foco no dividend yield de empresas e fundos imobiliários; além é claro da fundamental renda fixa.

 

 

Além disso, a ideia é comparar o resultado da carteira com alguns fundos, dado o risco x retorno de cada um deles.

 

Dessa forma, ao longo do ano de 2014, foram definidos os percentuais de renda fixa, renda variável e fundos imobiliários.

 

RENDA FIXA -) 45% (link para renda fixa)

 

RENDA VARIÁVEL -) 40% (link para renda variável)

 

FUNDOS IMOBILIÁRIOS -) 15% (link para fiis)

 

 

 

 

Nesse momento você deve estar pensando que essa é uma carteira de perfil agressivo, dado o percentual de 40% em RV, no entanto, as ações que fazem parte da carteira são, em grande parte, de setores defensivos, e que pagam ótimos dividendos; tornam essa carteira menos arriscada.

 

 

2 ETF´s : BOVA11 e SMAL11

 

2 Empresas de commodities: Petrobrás (PETR4) e Vale do Rio Doce (VALE5)

 

3 Empresas do setor financeiro: Banrisul (BRSR6); Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3)

 

3 Empresas focadas no consumo interno: Ambev (AMBV4); Souza Cruz (CRUZ3) e Vivo (VIVT4)

 

1 Empresa focada em água e saneamento: Copasa (CSMG3)

 

6 Empresas do setor elétrico: Cemig (CMIG4); Coelce (COCE5); Copel (CPLE6); Eletropaulo (ELPL4); Ligth (LIGT3) e Trans. Paulista (TRPL4)

 

O Div. Yld médio da carteira é de 7,1%.

 

 

 

 

Lembrando que essa variação representa 40% do peso da carteira como um todo (40% RV).

 

A renda fixa representou 45% da carteira no ano de 2014; entre as dezenas de opções do mercado de renda fixa, optamos apenas pela utilização de títulos públicos, pois neles contamos com o risco soberano, ou seja, o governo garante o pagamento dos mesmos.

 

Dentro dos títulos públicos buscamos diversificar dentre as opções de indexadores, tais quais: SELIC, IGPM, IPCA, pré e pós-fixado.

 

Lembrando:

 

LFT -) É um título pós-fixado, no caso com vencimento em 07/03/17.

 

LTN -) É um título pré-fixado, ou seja, já se sabe no momento da aplicação qual será o retorno, no entanto, no período haverá oscilação no valor do título.

 

NTN-C -) É um título indexado ao IGPM, ou seja, o seu valor é a soma de uma taxa anual (correlacionada à SELIC) com o valor do IGPM.

 

NTN-BP 15 -) É um título indexado ao IPCA, ou seja, é a soma de uma taxa anual correlacionada à SELIC) com o valor do IPCA.

 

Obs: é importante lembrar que o resultado do CDI e da própria carteira, são brutos, ou seja, não foi descontado IR, que depende do prazo de aplicação (tabela regressiva). No entanto, em qualquer cenário de IR a carteia do Inst. de Invest. estaria obtendo um melhor retorno frente ao CDI e poupança.

 

 

Os fundos imobiliários não devem ser considerados renda fixa e muito menos renda variável; eles são fundos fechados, negociados em bolsa de valores, e apresentam uma volatilidade bem menor do que a das ações, além disso pagam mensalmente um yld que é isento de IR, tornando-se assim uma alternativa bastante interessante em relação a diversificação da carteira geral, no caso de 2014, iniciamos o ano com 15% aplicados em 10 Fundos Imobiliários distintos.

 

 

 

 

Utilizamos essa carteira como modelo em diversos eventos, explicando como é importante entender o poder da diversificação, e como ela nos traz tranqüilidade sobre os mais distintos cenários.

 

Analfabetos Financeiros

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Por Heraldo Marqueti Soares

 

Mais de 99% dos consumidores são analfabetos financeiros, avalia pesquisa.

 

 

A maioria das pessoas não sabe calcular os juros; apenas 4% disseram analisar o real custo financeiro dos financiamentos.

 

SÃO PAULO – Uma pesquisa com internautas revelou que 99,2% dos consumidores não sabem fazer cálculos de juros nas compras a prazo. Os dados, levantados pelo portal Vida Econômica, foram coordenados pelo economista Miguel de Oliveira e realizado com 658 frequentadores do site, revelando assim, ser alto o percentual de pessoas que não sabe comparar as melhores condições de pagamentos, sofrendo “consequências nefastas do analfabetismo financeiro”, conforme relatou o site.

 

A pesquisa também diz que os consumidores observam o valor da prestação que cabe no bolso, sem a informação clara e precisa dos anúncios sobre a diferença entre a aquisição à vista e a prazo, de acordo com as orientações determinadas pelo Código de Defesa do Consumidor. Apenas 4% relataram observar o custo financeiro da compra, ou seja, o valor das taxas de juros cobradas.

Apenas 20% dos entrevistados que realizaram teste souberam calcular corretamente os juros de financiamentos

O estudo ainda conta que a utilização do crédito de forma inadequada gera um cenário com muitas distorções nas relações de consumo, que “prejudicam o desenvolvimento e o crescimento econômico”, avalia .

 

Vontade de aprender

 

Dos 658 participantes das enquetes, 88% (579) reconheceram que precisam aprender a calcular os juros e que desejam portanto, adquirir tal conhecimento.

Parte dos internautas também participou de um pequeno teste avaliando seus conhecimentos sobre juros, no qual havia duas proposições, sobre os seguintes financiamentos: uma TV em 12 parcelas e um veículo parcelado em 72 vezes. Das 25 pessoas que aceitaram o desafio, apenas 5, ou seja, 20%, acertaram o valor correto dos juros embutidos.

Poupança para Aposentadoria

Por Sérgio Tauhata | De São Paulo

Na cabeça do brasileiro, aposentadoria é um assunto subestimado, do tipo que pode ser deixado para depois.

No entanto, esse adiamento, conforme mostra o estudo “O Futuro da Aposentadoria – Uma Nova Realidade”, do HSBC, cobrará um preço alto: os valores poupados vão durar pouco mais da metade do necessário para toda a vida pós-trabalho. E este cálculo foi feito pelos próprios pesquisados, que estimam em apenas 12 anos a duração dos recursos guardados, contra uma expectativa de vida de mais 23 anos após se retirar da profissão.

Para o superintendente executivo de gestão de patrimônio do HSBC, Gilberto Poso, “a diferença entre a percepção de quanto vai se viver quando aposentado e o quanto se espera que o dinheiro dure mostra o brasileiro menos reparado que em outras regiões do mundo”. No Brasil, o período apontado na pesquisa, de 11 anos, é 37% maior que a média global, de 8 anos.

Os resultados do levantamento do HSBC, feito com 15 mil pessoas em 15 países, entre os quais mais de mil entrevistados no Brasil, revela um futuro pouco tranquilo aos trabalhadores brasileiros. Quase dois terços, ou seja, 64% dos entrevistados, nunca poupou para a aposentadoria. E 69% da faixa de 45 a 54 anos ainda não guardou nenhum centavo para garantir o futuro. Entre aqueles que já começaram, nada menos que 59% avaliam como inadequada sua preparação.

O estudo reforça ainda a percepção de que as fichas do aumento da longevidade e da rentabilidade menor das aplicações de renda fixa ainda não caíram para a maioria. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida aumentou 3,65 anos na última década, o que mostra uma aceleração da tendência histórica. A tábua atuarial BR-EMS, um conjunto de dados estatísticos usados pela maioria das seguradoras no país para o cálculo de renda vitalícia na aposentadoria, indica que, em média, homens vivem até os 86,4 anos e as mulheres até os 89,7 anos no Brasil.

Portanto, as profissionais que parassem de trabalhar aos 55 anos teriam de ter recursos guardados para prover quase 35 anos sem salário, enquanto trabalhadores masculinos na mesma condição ainda viveriam pouco mais de três décadas. Para “caber” na expectativa de 23 anos indicada na pesquisa, as mulheres só poderiam

parar aos 67 anos, enquanto os homens teriam de trabalhar até 63 anos. No cenário atual, de queda dos juros reais (após descontar a inflação), o tempo de acumulação também deve ser esticado para o poupador assegurar a mesma renda, se não pretende aumentar o valor da contribuição. Em alguns casos, esse intervalo extra pode chegar a mais de 15 anos, comparada à situação até 2009, quando o retorno real alcançava mais de 6% ao ano.

Na avaliação de Poso, apesar do quadro desafiador, o levantamento do HSBC revela que existe uma cultura de curto prazo no país, focada em satisfação mais imediata das necessidades. Um dado do estudo reforça essa ideia: segundo a pesquisa, 49% dos brasileiros preferem poupar para férias do que guardar o dinheiro para aposentadoria.

Há um pensamento influenciado pelo consumo no Brasil, mas existe também um histórico de confiar ou esperar que o Estado vá prover seus recursos na aposentadoria”, afirma Poso. O estudo indica que, no Brasil, 31% consideram a

previdência pública como fonte de renda essencial na aposentadoria. Os entrevistados esperam do INSS quase um terço da renda total no futuro.

A tendência de contar com o INSS como fonte de proventos cresce ainda conforme a idade. “As pessoas mais velhas têm ainda mais forte essa cultura da previdência pública.” Na faixa etária de 25 a 34 anos o percentual alcança 28%. E chega a 37% entre os entrevistados de 45 a 54 anos. A pesquisa mostrou também que o planejamento financeiro e a consultoria profissional levam efetivamente as pessoas a poupar mais. A partir do momento em que começaram a se programar com ajuda de profissionais ou por conta própria, 42% passaram a poupar mais. Entre aqueles que tiveram assessoria especializada, esse número chegou a 58%. “Nós estamos, nesse sentido, alinhados com a média global, que foi de 44%”, afirma Poso.

Na análise, do superintendente de gestão do patrimônio do HSBC, a pesquisa revela que as pessoas reconhecem a mportância de fazer um planejamento como forma de aumentar a propensão a poupar mais. “Isso acontece porque a pessoa coloca sob perspectiva e pensa no que é importante para o futuro”, diz. Segundo o estudo, o medo de dificuldades financeiras é o principal motivo para planejar a aposentadoria: 45% apontaram esse receio. E 22% declararam querer  poupar porque percebem uma baixa qualidade de vida de familiares já aposentados.

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Livros e Filmes Recomendados

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LIVROS

Listamos alguns livros interessantes, com uma abordagem prática, tornando o seu conteúdo compreensível inclusive para aqueles que não atuam na área.

A busca por livros de investimentos e finanças, nos leva a muitas opções sobre como alterar a nossa mentalidade financeira; por isso acreditamos que tão importante quanto esses livros, que formam as convicções dos leitores; são aqueles livros que formam uma “base de conhecimento”, fundamentaisna consolidação e até mesmo na potencialização do conteúdo lido, por isso os 2 primeiros livros da lista se tornam indispensáveis, dada a sua excelente didática.

 

Introdução à Economia
  O livro aborda de forma clara e prática importantes conceitos sobre economia, finanças e investimentos; é um livro bastante extenso, no entanto, o seu contéudo é bastante didático, tendo como ponto alto os exemplos citados pelo autor que são tirados de situações do cotiadiano, facilitando e muito a compreensão do leitor. É dividido em diversos capítulos, o que permite uma leitura gradual, mas completa do mesmo.

 

Mercado de Capitais
  Este livro expõe os tópicos fundamentais do mercado de capitais e as operações que, nele, podem realizar seus participantes, geralmente apresentados como inacessíveis ao público leigo. O autor oferece uma análise completa e sistematizada dos principais conceitos que envolvem o tema, os quais, por meio de rigorosa exposição didática, tornam-se de fácil assimilação. Houve também preocupação com a linguagem utilizada, de modo que esteja acessível ao leitor não tão familiarizado com o mercado. A obra caracteriza-se também por manter o enfoque prático, sempre que possível, sem com isso perder o rigor formal da teoria.

 

O Investidor Inteligente
  Publicado originalmente em 1949, O Investidor Inteligente de Benjamin Graham é, de acordo com o bilionário Warren Buffett, “de longe, o melhor livro sobre investimentos já escrito”. Esta enorme obra de mais de 650 páginas inclui as mais importantes lições sobre análise fundamentalista que um investidor precisa saber antes de começar a investir, seja na bolsa de valores ou até na renda fixa, sem dúvida, uma bíblia das finanças.

 

O TAO de Warren Buffet
  Toda a sabedoria de um homem de 70 e poucos anos, e que hoje é um dos 5 homens mais ricos do mundo está neste livro; ele expõe com humor e simplicidade os seus conceitos como investidor, cidadão e pai. Ao ler esse livro percebemos que ganhar dinheiro com tranquilidade,  pode ser mais simples do que imaginavámos, e ser feliz também.

 

Os Segredos da Mente Milionária
  O livro é dividido em 2 partes. Na primeira, você aprende porque age do jeito que age em relação ao dinheiro. Na segunda, ele examina as diferenças entre o modo de pensar dos ricos e dos pobres, além de lhe indicar 17 atitudes para virar o jogo. Segundo o autor, este livro é mais sobre “desaprender” do que aprender. Ele irá lhe mostrar que a forma que pensa atualmente, tudo o que você “já sabe”, é o principal obstáculo para o seu sucesso financeiro.

 

 

Os Axiomas de Zurique
  O livro é constituído de 12 axiomas principais mais 16 secundários, que pretendem dar resposta às dúvidas com as quais o especulador pode se deparar. O título refere-se às táticas usadas pelos banqueiros suíços para obter êxito no mundo dos negócios.  Após a Segunda Guerra Mundial, um grupo de banqueiros e empresários suíços resolveram ganhar dinheiro investindo em várias frentes, de ações a imóveis, de mercadorias a moeda. Eles ganharam muito e se tornaram um dos povos mais ricos do planeta. Neste livro estão as regras infalí­veis que estabeleceram para diminuir os riscos enquanto aumentavam cada vez mais os lucros.

 

FILMES

Aqui temos alguns dos melhores filmes sobre investimentos, tão bom no enredo quanto na informação passada ao telespectador.

 

Too Big to Fail – (Grande demais para quebrar – português)
  Retratando o colapso de Wall Street com intensidade ímpar, Too Big to Fail mostra de forma fascinante os bastidores da crise que golpeou o sistema econômico dos Estados Unidos em 2008. Baseado no livro de mesmo nome, do autor Andrew Ross Sorkin, a produção da HBO explora o que viveram os poderosos homens e mulheres que decidiram o destino da economía mundial em poucas semanas.

 

Wall Street
  Charlie Sheen é um jovem corretor da bolsa de Nova York, que é contratado pelo ganancioso bilionário Gordon Gekko  (Michael Douglas vencedor do Oscar) , que o contrata para utilizar as conexões de seu pai, um líder sindical, e conseguir informações privilegiadas e ilegais. um retrado da era dos yuppies de 1987, onde o dinheiro valia mais que a ética. um filme que sem dúvida marcou época.

 

Trading Places – (Trocando de lugar –  português)
  Eddie Murphy é um mendigo, transformado em investidor de Wall Street por conta de uma aposta de dois milionários. utilizando seu senso comum das ruas, proporciona enormes lucros para os dois, mas ele descobre a aposta e junto com o sobrinho deles, faz uma jogada arriscada com ações de suco de laranja para que eles mesmos ganhem.

 

MARGIN CALL – ( O dia antes do fim – português) 
  A trama envolve funcionários de uma empresa de investimento durante um período de 24 horas, na fase inicial da crise financeira de 2008. Quando o analista de operações Peter Sullivan (Zachary Quinto) acessa informações que podem revelar a queda da empresa, uma montanha-russa de decisões financeiras e morais empurra a vida de todos os envolvidos para um completo desastre.

 

INSIDE JOB ( trabalho interno – português) 
  Narrado por Matt Damon, o documentário revela verdades incômodas da crise econômica mundial de 2008. A quebradeira geral, cujo custo é estimado em US$ 20 trilhões, resultou na perda do emprego e moradia para milhões de pessoas. Com pesquisa e entrevistas, o filme revela as corrosivas relações de políticos, agentes reguladores e da Academia.

 

 

Psicologia do Mercado

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por Marcelo Ostermann

 

Você sabia que a maioria dos erros que cometemos no mercado financeiro tem o fator psicológico como principal causador?

 

PsicologiadoMercado

Alguns investidores ficam esperando um bom momento para comprar e não conseguem tomar a decisão na hora exata e quando o mercado confirma a alta, a emoção fala tão alto que a entrada acaba sendo tarde demais.

 

Muitas vezes, é nessa hora que o mercado entra em queda e a ‘falta de sorte’ é a primeira causa identificada para justificar por que não se obteve sucesso nesse mercado.

 

Há ainda aqueles que possuem um perfil mais agressivo. Entram muito cedo, saem muito cedo, trocam de papel como quem troca de roupa, operam em excesso e, novamente, a causa da perda será entendida como “falta de sorte” quando, na verdade, a causa é psicológica.

 

Quase todos que entram no mercado, de renda fixa ou renda variável, têm como objetivo ganhar dinheiro, mas muitas vezes outros motivos emocionais, tais como o desafio e o prazer, estão atrelados ao objetivo inicial.

 

É preciso entender que estamos lidando com a parte mais sensível do ser humano – o nosso bolso. Se não houver disciplina e principalmente estratégia, o seu dinheiro vai oscilar dia após dia, sendo muito difícil ter sucesso; ganhar, na verdade, está associado a operar corretamente. Ou seja, com disciplina e estratégia.

 

E é assim que o psicológico acaba interferindo, quando se perde, quando se ganha, quando se sai cedo demais e até no que parece uma operação perfeita pensamos que poderíamos ter negociado um lote maior. A preocupação maior, neste caso, está no fim que é o dinheiro, deixando de lado aquilo que efetivamente, deveria estar preocupado, ou seja, com o meio, que é realizar uma operação estrategicamente correta.

 

Lembre-se: no mercado financeiro, o fim (retorno), está diretamente ligado ao meio, ou “como se chegar lá” (estratégia). Para mudar de atitude é preciso se conhecer melhor e entender qual é o seu perfil. Você é conservador ou agressivo?

 

Que estratégia está adotando? Qual é o seu objetivo? Qual é o seu stop se der errado? Curto, médio ou longo prazo? Quanto mais perguntas conseguirmos responder antes de entrar em uma operação, mais correta e estratégica será a operação. O dinheiro será uma recompensa do operar corretamente e não o contrário.

 

Imagine um cirurgião, ele precisa conhecer em detalhes tudo o que você já fez, medicamentos que tomou e as causas dessa cirurgia, assim como os riscos. Dessa forma, suas chances de erro seriam muito menores.

 

O grande segredo é sempre ter bem definido qual a sua tática e estratégia para operar corretamente, de acordo com o seu perfil no mercado financeiro, seja em renda fixa ou renda variável.